Resumos

GRAÇA E GENEROSIDADE – 28/06/2020

 

Pr. Hélder Rodrigues
Resumo por Paulo Leal

Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus concedida às igrejas da
Macedônia; porque, no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância
de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua

generosidade.
2 Coríntios 8.1 (ARA)

        A palavra de Deus diz que o Senhor prova o Seu amor para com a Sua criação quando enviou Seu único filho para morrer por todos aqueles que nele creem. Jesus nos amou primeiro quando erámos cobiçosos, avarentos, desejosos de nós mesmos. Nos amou até o seu último dia aqui na terra como homem, e ainda hoje, nos ama e tem piedade de nós.

        Cristo foi o homem mais generoso da face da Terra. Sua vida foi para servir, doando-se espontânea e gratuitamente para salvar os marginalizados e desafeiçoados. Ele foi ao encontro dos pecadores, daqueles que não conheciam ou não compreendiam a Sua graça, e curou mazelas e chagas, e trouxe redenção para todo aquele que se arrependesse. O Senhor se manifesta de uma maneira extraordinária, com abundância e generosidade, a tal ponto que o apóstolo João declara que ela Suas obras são incontáveis: “Se todas elas fossem relatadas uma por uma, creio eu que nem no mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos” (Jo
21.25 ARA).

        A função precípua de Jesus Cristo foi honrar o Pai. Ele se fez homem para morrer e se entregar pelo pecado de todos nós. Deus dá o perdão, porque onde abundou o pecado superabundou a graça. Quando se compreende a bondade e generosidade de Deus, isso deve resultar em ações de graças nos corações contritos. Nós, Igreja do Senhor na Terra, somos uma explicitação de Sua infindável graça.

        O apostolo Paulo em 2 Co 8.1 transmite a mensagem da graça e generosidade de Deus: “Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus concedida às igrejas da Macedônia; porque, no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade”. A igreja da Macedônia sofria uma grave perseguição, tendo escassos recursos para seu mantimento; ainda assim, com grande jubilo eles participavam da oferta aos necessitados. Os cristãos macedônios viviam na prática o ensinamento de Cristo em Atos 20.35: melhor é dar que receber. A generosidade nasce a partir do momento que se volta ao Deus da generosidade, já que não está em nós aquilo que recebemos, pois, toda boa dadiva vem do dEle. João mais uma vez diz que o homem nada pode receber se do alto não lhe for dado (Jo 3.27), contrário ao humanismo, onde se prega que o ser humano pode conquistar tudo o que deseja pela sua própria força, seus esforços, seu trabalho. Pode-se preparar o cavalo para a guerra, mas quem dará a vitória é Deus (Pv. 21.31). Compreender essa dimensão significa saber que somos alvo de benevolências, graças, e bondades por termos sido alcançados pelo amor de Deus; esse entendimento gera frutos de caridade e generosidade, pois nada é nosso, e sim de Aquele que tudo nos deu.

        O coração que recebe a graça de Deus é um coração que tem prazer em se doar: “E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus” (2 Co 8.5 ARA). Não é a simples entrega da oferta, e sim a disposição de dar a vida pelo que está vulnerável. Dessa forma, Paulo anima aos coríntios a completar “... a obra começada, para que, assim como revelastes prontidão no querer, assim a leveis a termo, segundo as vossas posses” (2 Co 8.11 ARA). Devemos contribuir com generosidade, com o coração por grato, sem pesar ou tristeza. Isso é contribuir de uma maneira realística. Em Sua palavra, Deus diz que dá em abundância, a fim de que o seus sejam graciosos com o Reino do Senhor.

        A Bíblia nos ensinado sobre o inefável dom da graciosidade dada pelo Senhor, ao permitir que o seu próprio filho morresse na cruz por todos os pecadores. Isso, por si só é um sinal de benevolência e graça do próprio Deus. Assim como Ele o fez por nós, doemo-nos uns pelos outros, pois a generosidade cresce na medida em que conhecemos ao Senhor, que destronamos o egocentrismo e entendemos que tudo o temos, material e imaterialmente, veio da graciosa mão de um Pai que ama Seus filhos.

Resumo 14-06-2020 Marcia Sandoval


Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa, ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor. Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus. Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus, estando submissas a seu próprio marido, como fazia Sara, que obedeceu a Abraão, chamando-lhe senhor, da qual vós vos tornastes filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma. Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações. 1Pedro 3:1-7


Aquele que achou uma esposa achou o favor de Deus. A oração de um homem que não trata bem sua esposa não é ouvida. Adão ficou responsável por cuidar e cultivar o jardim de Deus, assim como deve cuidar de sua esposa.


Mulheres não meçam força com seu marido. Cada um tem o papel determinado no casamento. Você tem sido auxiliadora fiel? Jesus ama o matrimônio, seu primeiro milagre foi transformar a água em vinho em uma festa de casamento.


Mulher você é submissa ao seu marido? A Bíblia ensina a nos sujeitarmos às autoridades que são instituídas por Deus. Na época de Pedro havia cerca de vinte milhões de escravos em Roma, e o apostolo pediu para os escravos se sujeitarem a seus senhores.


Jesus foi o homem mais submisso. Se sujeitou a vontade de Deus e de Pilatos. O propósito de sua submissão foi entregar sua vida para nos salvar. Submissão é dadiva de Deus. Cristo é a cabeça do marido e o marido é a cabeça no casamento. O apostolo Paulo declara Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo.(1 Co. 11:3 ARA). Somos todos interdependentes.


Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa, ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor (1 Pe. 3:1,2 ARA). No casamento entre cristãos e não crentes a mulher deve ganhar o marido com sua conduta.


A mulher deve cuidar da beleza exterior e interior. Mas a mais importante é a beleza interior, um espírito manso e tranquilo. Deve cuidar do que tem valor para Deus, seu espírito. A mulher que teme ao Senhor será honrada.


O homem e a mulher são iguais para Cristo, entretanto são diferentes física e emocionalmente. A parte mais frágil num casamento é a mulher, que quer ser protegida. Já o homem é responsável pelo suprimento da família e deve ter um caráter forjado por Deus. O homem deve amar e honrar sua esposa. Deve amar a sua esposa como Cristo amou sua Igreja. O amor não é desrespeitoso, se regozija na verdade, trata com dignidade. O casamento é uma dádiva de Deus e deve ser cuidado constantemente. Vivamos juntos para glorificar o corpo de Deus!

CELEBRAI COM JÚBILO – 07/06/2020


Pr. Hélder Rodrigues


Resumo por Rafaela Leal


Celebrai com júbilo ao Senhor, todas as terras. Servi ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico. Sabei que o Senhor é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio. Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome. Porque o Senhor é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade. (Sl. 100.1-5 ARA)
Aquele que é nascido de novo é conclamado a adorar o Senhor em Espírito e em verdade. Somos impulsionados a exaltar ao que é digno de desatar os selos, o Leão da tribo de Judá. A vida é para o louvor e glória de Deus. A vida não gravita em torno do indivíduo, mas sim de Sua vontade. A vida é cultuar ao Senhor. Jesus Cristo diz que no mundo teríamos aflição, mas devíamos ter bom ânimo. Nós temos que louvar ao Senhor na tribulação, pois por ela vamos entender o que o Senhor quer tratar em nós, de modo que o apóstolo Paulo diz em Romanos 5.1-5 que em Cristo temos paz, e essa paz com Deus vai nos levar a regozijar-nos nas tribulações pois elas produzem perseverança, a perseverança produz experiência, e a experiência produz esperança que não confunde, porque o amor de Deus é outorgado em nossos corações. O apóstolo Paulo começa falando da tribulação e desemboca no amor de Deus, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração. Ele se faz presente para trazer um alento, uma esperança para nos ensinar que somos transformados por meio da perseverança, somos purificados pela Palavra de Deus. Assim, podemos exaltar o nome de Deus em todo o tempo a despeito das circunstâncias, e esse texto nos convida de uma maneira especial a celebrar com júbilo o Senhor. Celebrar com júbilo vem da ideia de regozijo, de exultação, de louvor, de cantar com grande júbilo ao nosso Senhor e redentor.
No salmo 126, o salmista escreve o seguinte cântico: “Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha. Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo; então, entre as nações se dizia: Grandes coisas o Senhor tem feito por eles” (Sl 126.1-2 ARA). Deus está ensinando que de fato é
essencial que vivamos para o louvor e a glória do nome do Senhor. Como é maravilhoso servir! Jesus Cristo disse que a sua comida era fazer a vontade do Pai e completar a obra pela qual foi chamado (Jo 4.34). Ele estava dizendo que nós temos plenitude à medida que servimos. Jesus Cristo, o mestre, o Rei de toda glória veio para servir. Somos chamados a celebrar com júbilo e a servir ao Senhor com alegria. Se você O adora, você O serve em Sua casa com prazer. Sirvamos, então, com alegria.
O Salmo 100 nos traz três convites pertinentes:
1. Nos convida a conhecer o Senhor (v.3). Foi Ele que nos fez e dele somos. Somos pecadores, mas fomos perdoados pelo Senhor e nos tornamos Seus filhos pela Sua graça e misericórdia. A nossa identidade é mudada, pois temos o selo pelo poder do Espírito Santo que habita em nós. Deus é incomparável, mas Ele se revela por meio da Palavra. Deus é Espírito, infinito e imutável. Tudo que emana dEle é perfeito.
2. Nos convida a agradecer: “Entrai por suas portas com ações de graças!” (v.4a) Não é possível ser um verdadeiro adorador sem gratidão. Quanto maior a gratidão, mais fidelidade e mais satisfação temos com quem Deus é. Somos chamados a render graças ao Senhor.
3. Nos chama a bendizer o nome de Deus (v.4b). Quando nos queixamos das circunstâncias, em última instância estamos nos queixando de Deus que tem o controle de todas as coisas. O verso 5 finaliza chamando à adoração. Tudo o que devemos fazer é porque Deus é bom, misericordioso e fiel. Em tempos de Coronavírus, é possível render graças a Deus porque Ele é bom. Tudo que é necessário será suprido, Ele nos suprirá conforme a vontade dEle, por isso, devemos persistir em exaltar e bendizer, servir e conhecer cada dia mais ao Senhor.

Preletor - Pastor Hélder Rodrigues
Resumo da pregação por: Renata Dias Costa Pereira
Texto bíblico: 2 Crônicas 20:01-30 (ARA)

Deus é o Senhor dos Exércitos, é quem luta as nossas batalhas, e de onde vem a nossa vitória. O triunfo que o rei Josafá recebe de Deus em 2 Crônicas 20.1-30 é um exemplo inegável que aquele que se humilha e crê, que ora e clama a Ele, encontra nele repouso.


O verso primeiro começa com “Depois disto”, conectivo fundamental para entendermos o pano de fundo dessa passagem. As guerras que travamos diuturnamente neste mundo tem um contexto ainda mais profundo, uma guerra espiritual. Entender e discernir esta verdade é enxergar além das circunstâncias e compreender que Deus vai requerer posicionamentos e posturas, para que não venhamos a errar o alvo. O apostolo Paulo é enfático em dizer que: “a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.” ( Ef 6.12 ARA). Há quem peleja com o irmão, maridos que se digladiam com suas esposas, filhos com desavenças profundas com os pais. Irmãos, se nossa lura é com quem amamos, como resistiremos o dia mal, as trevas, o tentador, o mentiroso que veio para saquear, destruir e tentar sucumbir a presença de Deus sobre a nossas
vidas?


O rei Josafá foi hábil e enérgico como monarca de Judá. Ele foi o rei mais pulsante na sua habilidade desde os tempos do rei Salomão; reinou durante vinte e quatro anos, estabelecendo boas relações com Israel. Foi um homem piedoso, que fazia fez o correto. Em seu reinado, Josafá se dedicou a retirar Judá da idolatria pagã, levando o povo a um novo quebrantamento e à uma compreensão que o Deus de Israel é o único e verdadeiro Deus. Houve uma reforma extraordinária em seu reinado, chamou a levitas e sacerdotes, para irem por cada cidade ensinando a palavra de Deus, pois entendi que ninguém pode adorar ao Senhor se não conhecer Sua palavra. Não há como cultuar assim como Ele requer sem se voltar à palavra, a conhecer e a obedecer. Aquele que diz para si “o que importa é o meu coração, Deus entenderá a minha súplica, as minhas orações, o meu pedido, a intenção nobre do meu coração” vive uma falácia.  O nosso Senhor não tolera a ignorância, por isso Jesus Cristo diz: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.32 ARA). Há uma guerra posta entre a luz e as trevas. Precisamos compreender que outrora nós estávamos aprisionados pelas trevas, a ponto do apostolo Paulo declarar em Cl 1.13 (ARA) que “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor.”.


Após a limpeza espiritual do povo de Judá, dois povos se levantam contra o reinado: “Então, Josafá teve medo...” (2 Cr 20.3a ARA). Sendo um homem que tinha uma intimidade profunda com Deus, sendo um homem piedoso, Josafá teve medo. No entanto, ele lança a mão da arma mais poderosa, a oração e o jejum, porque elas são armas de vitória. “...e se pôs a buscar ao Senhor; e apregoou jejum em todo o Judá.” 2 (Cr 20:3b ARA).

Você está com medo pelo novo coronavirus? Talvez você tema as consequências que virão por questões políticas e econômicas ou pelo aumento do desemprego. Devemos enfrentar o medo com a arma poderosa e gloriosa, por meio de orações e de jejuns, e assim Deus manifesta a Sua glória e o Seu poder, pois Ele nunca perdeu uma batalha, nem nunca perderá, e aqueles que a Ele buscam e nele creem tem paz, porque o Nosso Senhor dos Exércitos nos da “repouso por todos os lados” (2 Cr 20.30 ARA)

Preletor - Pastor Hélder Rodrigues


Resumo da pregação por: Alfredo Pereira Neto


Texto bíblico: Ap 01.01-03; 09-20 (ARA)

Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João, o qual atestou a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu. Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.


[...]


Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta, dizendo: O que vês escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia. Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro e, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, à altura do peito, com uma cinta de ouro. A sua cabeça e cabelos eram brancos como alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo; os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno. Escreve, pois, as coisas que viste, e as que são, e as que hão de acontecer depois destas. Quanto ao mistério das sete estrelas que viste na minha mão direita e aos sete candeeiros de ouro, as sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas.

Quanto maiores as tribulações que enfrentamos e vivemos, mais precisamos nos voltar a Deus. Este é o tempo em que a Igreja se humilhe, um momento que deixemos a murmuração e nos voltemos totalmente, visceralmente àquele que reina e quem todo o governo. Nosso Deus é aquele que tem o controle de absolutamente todas as coisas, não fiquemos indiferentes a essa verdade! Muitos tem começado a “se acostumar” com a quarentena, mas esquecem que quando se busca a presença de Deus no secreto, no quarto e se dobra o joelho, o Pai nos recompensa, Deus é galardoador de quem o busca. Voltemo-nos, assim, à palavra de Deus, para que haja alimento, força, coragem, vigor na alma e no coração.


O começo de Apocalipse nos diz que esse livro é uma revelação de Deus dada a João. A palavra de Deus revela Suas grandiosas verdades. Você quer conhecer os mistérios, os desígnios de Deus? Clame por misericórdia, clame ao Senhor, e por meio da Bíblia, compreenderemos e entenderemos qual é a boa, perfeita e agradável vontade de Deus.


Pelo Apocalipse, o livro da Revelação de Deus, Ele declara o que acontecerá em breve. Ele está tirando o véu para mostrar à comunidade da Igreja Presbiteriana Manancial, assim como a todo o povo que se chama pelo Seu nome, o que há de acontecer e aquilo que já aconteceu pelo séculos, assim como o que o Senhor fará com a Sua gloriosa e triunfante Noiva.


É claro que quando lemos, escutamos e guardamos o escrito na Bíblia, nós somos abençoados: “Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas” (Ap 01.03 ARA). O apóstolo João, usado por Deus, está dizendo que nós temos que voltar a Sua palavra, ler a palavra, nela. A Deus todo nosso louvor e toda a nossa adoração pelo século dos séculos, amém.

Resumo pregação dia 17/05/2020

Encorajamento pelas promessas

Hebreus 6.13-20.

De fato, os números do Coronavírus são alarmantes. O mundo vive um dilema exponencial único. A pandemia gerou questionamentos sobre as mais diversas áreas: vida: futuro, profissão, economia etc. Diante disso, muitos se questionaram sobre o sentido e significado da vida, gerando ansiedade, temor, dúvida quanto ao futuro.
Todavia, deve-se entender que o deserto é um lugar de transformação, amadurecimento e não de vitimização. Verdadeiramente é necessário compreender que Deus tem o absoluto controle sobre todas as coisas, tudo o que há entre o Céu e a Terra.

Este é o tempo oportuno para que Igreja do Senhor se humilhe diante da poderosa mão de Deus, não o de murmurar. A Igreja nesse momento não deve se alarmar diante das notícias terríveis publicadas diariamente. Deve-se pautar pela destra e soberana mão de Deus sobre a humanidade, porque Ele nos conduz, ainda que seja no deserto, para um significado ou um proposito para edificar a sua Igreja. Foi Ele quem determinou que o presente deserto é necessário, mesmo quando a olhos humanos não o seja.

Assim, a Igreja do Senhor deve se levantar como um grande exército da esperança e compaixão acolhendo os necessitados, aqueles que estão sendo impactados diretamente por esse vírus que mudou o modo de viver do mundo. A Igreja deve avançar não por suas próprias forças, mas pelas promessas do Deus Altíssimo, criador
de tudo que há na Terra. A Abraão Deus fez uma promessa que multiplicaria toda sua descendência, que seria tão numerosa quanto aos grãos de areia da praia.

Dessa forma, como os propósitos de Deus são imutáveis? Pergunta que deve estar no coração daqueles que O amam de todo o coração. Os propósitos de Deus são imutáveis porque são perfeitos. Se Ele é perfeito, nada pode ser acrescentado ou retirado de seu núcleo. Em segundo lugar, os propósitos de Deus são imutáveis e eternos. Todos os propósitos de Deus em sua maioria foram estabelecidos antes da fundação do mundo. Não dependendo de nada, nem do homem, nem de sua Igreja. A maior certeza do cristão é a da salvação da 2ª vinda de Cristo. Não há nada que possamos fazer para mudar essas promessas. São promessas perfeitas de Deus.

O versículo 18 de Hebreus 6 (NVI) diz: “para que, por meio de duas coisas imutáveis nas quais é impossível que Deus minta, sejamos firmemente encorajados, nós, que nos refugiamos nele para tomar posse da esperança a nós proposta”. Se Deus colocou em Sua palavra que estaria ao lado diariamente de todo aquele que nEle crê, essa é uma certeza inequívoca que o Senhor se faz presente. Ele é o socorro presente nas horas de aflição, em que a Igreja deve se humilhar diante daquele que reina.

Deve-se produzir um forte alento no coração daqueles que amam a Cristo, uma vez que isso é a base da promessa de Deus. No deserto, o cristão precisa de confiar mais nas promessas de Deus, reveladas em Sua palavra, para não sucumbir a tudo que está ao derredor. Certamente, o medo, a ansiedade, a dúvida quanto ao futuro podem sucumbir mais que o próprio Coronavírus. Nesse sentido deve ter o refúgio diante das adversidades nas promessas do Todo Poderoso, Criador dos céus e da Terra. O próprio Cristo diz para tempestade se acalmar, e assim foi feito. Tudo se acalmou, a tempestade de sentimentos, de angústias, ansiedades podem ser acalmadas pela confiança nas promessas de Deus.

Resumo Pregação 10-05-2020

 

Pela fé, também, a própria Sara recebeu poder para ser mãe, não obstante o avançado de sua idade, pois teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa." Hb 11.11 ARA


As verdades mais sublimes nascem da fé, não por meio da ciência. As revelações mais apoteóticas são feitas mediante a fé. O nada não cria. De onde vem a criação do universo? O mundo foi criado por Deus através de sua palavra, conforme a palavra de Deus em Gn 1.1.


1 - Há um Deus que tem poder para criar. Maria era virgem, mas engravidou do poder do Espírito Santo. O acaso não existe. Você nasceu pela vontade de Deus. Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, mediante a sua palavra.


“Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento” (Pv 3.5 ARA). Confie totalmente no Senhor! Por que não temos fé? A fé vem pelo ouvir a palavra de Deus. Sem fé é impossível agradar a Deus. O príncipe do presente século cegou o homem para não ver Deus. Pela fé temos entendimento de Deus.


Abraão veio a ser pai de muitas nações. Deus deu poder para Sara ser mãe, apesar do avançado de sua idade, e o filho de ambos é um milagre de Deus. A vida é reflexo de um Deus criador. “Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda” (Sl 139.15-16 ARA). Você não é obra do acaso. A vida é dádiva de Deus e pertence a Ele. Ser mãe é uma grande benção, por estes motivos Deus é contra o aborto.


2 - Ser mãe é uma ação divina. Isaque orou por sua esposa para Deus abrir sua madre e ser mãe. De Abraão saiu uma posteridade, mais numerosos que as estrelas. O nosso Senhor fez o ser humano para se relacionar com Deus, Ele ama o relacionamento. Os pais devem educar seus filhos nos caminhos do Senhor, não para serem felizes ou terem sucesso.


O nosso propósito é fazer a vontade de Deus. Ele quer ensinar o filho e a mãe a andar nos caminhos do Senhor. Um paradoxo é que quando entregamos nossa vida ao Senhor a ganhamos. E um rio de água viva sairá do nosso interior. “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Dt 6.5-7 ARA). Nossa vida é para e pelo Senhor, a nossa missão é servi-lo. Só teremos uma vida plena se estivermos em Deus. Somos filhos de Abraão e Sara, que viveram pela fé.


3 - Ser mãe é um dom de Deus. Os filhos são herança do Senhor. Deus deu a graça de ser mãe. Eduque seus filhos no amor e temor de Deus. Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti (Is. 49.15 ARA). Poderia uma mãe se esquecer de seus filhos? Deus não se esquece de nós e estamos debaixo de uma aliança perfeita, eterna e irrevogável, uma aliança de sangue com Jesus, que morreu na cruz do Calvário.

Como uma mãe que cuida, nutre e acalenta, muito mais Deus faz isso por nós, seus filhos. Ele é paternal, perfeito e ilimitado. Deus tem cuidado de você com zelo e amor. Uma mãe sabe a beleza do amor sacrificial, assim como nosso Deus! Feliz dia da Mães!

SOLENE ADVERTÊNCIA - Pr. Hélder Rodrigues - 03/05/2020

por Rafaela Leal


1 Coríntios 10.1-13

Deus vai ao nosso encontro para nos trazer vida e redenção; contudo, o ser humano caído cobiça as coisas contrárias à presença de Deus. A passagem de 1 Co 10 é uma advertência solene ao povo de Deus de como o deserto faz aflorar pecados da velha natureza a despeito de o Senhor nos ter dado nova vida. Portanto, devemos orar, nos alimentar da Palavra, buscar a presença de Deus e jejuarmos para que o velho homem não cresça e para que andemos no Espírito. Com o relato do povo de Israel, Paulo dá um grande alerta para a igreja em Corinto, alerta que se estende à IPM e todas as congregações: o povo sucumbiu no deserto porque agiu de uma maneira que desonrou o nome de Deus. Tal advertência pesa especialmente nos presentes tempos em que o mundo inteiro passa por um grande deserto por causa do COVID-19. Somos peregrinos nessa terra e Deus quer arrancar o velho homem para que andemos em comunhão com Ele. Muito mais que nos levar para a terra prometida, Deus está nos preparando, em santidade e em comunhão com Ele para que possamos naquele glorioso dia ouvir do Pai “Servo bom e fiel, fostes fiel no pouco e sobre o muito te colocarei!”


No texto há 5 elementos como pano de fundo:


1) Durante o dia, havia a nuvem do Senhor para guardá-los do sol; de noite, uma coluna de fogo os protegia do frio. A despeito de estarem no deserto, Deus os estava protegendo, assim como Deus está nos protegendo nesse deserto. Acalme o seu coração! Fortaleça a sua alma, porque Deus é socorro bem presente na hora da angústia.
2) Todos passaram pelo mar e foram batizados - a vida cristã de uma maneira profunda e genuína se dá pelo batismo, que significa morrer para o velho homem e ressurgir pelo poder do Espírito para viver segundo a verdade de Deus.
3) O mar vermelho foi aberto mostrando a providência gloriosa de Deus que faz elementos naturais se tornarem sobrenaturais. Nele, não há impossíveis. 4) Eles compartilharam de um só manjar espiritual. Diariamente, o pão descia do céu. O Senhor nos ensina a orar pelo pão de hoje, do dia que vivemos, pois basta a cada dia o seu próprio mal. Amanhã, assim como hoje, Ele nos sustentará.
5) Todos beberam da mesma água da rocha que Deus fez brotar e que lhes deu vida e vigor. É através de Cristo que temos vida, pois Ele é a fonte, é o nosso Senhor e
Salvador. A Ele devemos devotar a nossa vida, nossa esperança, nossa expectativa, porque, no deserto, Deus tira quase tudo para nos mostrar o que é essencial. Ele é o pão que alimenta, a água que sacia.


Há também cinco advertências:


1) A cobiça leva o ser humano a um desejo desenfreado. Quando a nossa vida não está alicerçada no fundamento de Deus, vamos cobiçar coisas transitórias. Quanto mais profunda nossa vida com Deus, menos cobiça haverá no coração e mais gratidão haverá na alma. O antídoto contra a cobiça é o contentamento.
2) Não existe glória maior que amar a Deus acima da própria vida. A idolatria é priorizar qualquer coisa acima de Deus.

3) O povo no deserto sucumbiu por causa da imoralidade. Tudo que Deus faz é santo e quanto mais andarmos nos caminhos Dele, mais livres seremos. Quanto mais consagrados, mais vida abundante teremos.
4) O povo colocou o Senhor à prova ao cobiçar as coisas passadas, esquecendo que
marchavam em direção a uma terra onde manava leite e mel. O princípio da sabedoria é refrear os impulsos sabendo que aquilo que semearmos, colheremos.
5) A murmuração, em última instância, é um queixume contra Deus, contra a sua
bondade e justiça. Nos tornamos prósperos na medida em que há contentamento em nossa alma.


O versículo 13 diz que Deus não permitirá que sejamos tentamos além das nossas forças. Somos tentados pelos nossos próprios pecados. Uma vez que damos vazão a eles, desonramos a Deus e temos consequências sérias. Mas uma pessoa cheia do Espírito tem domínio próprio, porque essa é uma das marcas do fruto do Espírito.


O novo coronavirus está sacudindo a nação e o mundo. Não está fácil, mas não murmure! O povo foi tombado no deserto por causa dos seus pecados, mas Deus os sustentou, deu pão, água, providência e a nuvem da glória estava com eles, assim, também, Deus continua conosco!

TÍTULO:

A segunda volta de Cristo.

 

Preletor - Pastor Hélder Rodrigues

Resumo da pregação por: Alfredo Pereira Neto

Texto bíblico: 2° Pe 3.01-13

 

O maior evento escatológico não está no futuro, mas no passado. Uma vez que Cristo encarvoejou o pecado, a morte e destronou as trevas em sua própria morte. De fato, o maior evento escatológico de todos os tempos se deu há dois mil anos, quando o Senhor Jesus Cristo morreu. Toda nossa escatologia, ou seja, a relação dos fins dos tempos, está ancorada nesta certeza e nesta convicção de um Deus que se fez homem, de um Deus que morreu em nosso lugar. A nossa grandiosíssima esperança está na compreensão que todo o Antigo Testamento apontava para a vinda do Messias, o El Shaddai, o Deus conosco, o Deus presente que se fez homem através da virgem Maria, padeceu sob Poncio Pilatos, foi crucificado, morto e ressuscitou, o Deus que nós servimos, que o Antigo Testamento aponta prodigamente, abundantemente, claramente, explicitamente que Jesus Cristo se fez homem para morrer no nosso lugar, porque o salário do pecado é a morte. E quando ele se faz maldito para declarar que somos benditos, é através dessa grandiosa certeza e esperança que temos convicção que o Senhor voltará uma segunda vez.

Em conteste que Jesus Cristo veio há dois mil anos, o mais dos homens sépticos não podem sequer ousar negar Sua vinda, é um fato histórico. Milhares de pessoas testificaram e testemunharam esta verdade. Os evangelhos falam abundantemente das obras do Senhor e as trevas querem levantar uma cortina de fumaça para dizer que foi um homem, um ser iluminado, um grande profeta. Mas o apostolo João, o apostolo do amor, escreve toda uma epistola que vai apresentar Jesus Cristo como Deus, o Deus encarnado, cheio de graça e de verdade. Portanto, esse texto declara que a volta do Senhor está ancorada nessa relação escatológica do fim dos tempos, ela está alicerçada e ancorada na primeira vinda de Cristo, na cruz do Calvário, de modo que nós vivemos em ato entre a primeira vinda de Cristo e a segunda vinda de Cristo.

O texto fala, então, da volta real de Jesus Cristo porque Ele próprio o prometeu. O versículo dois diz: “para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos.” Veja que o apostolo Pedro vai falar que a volta de Cristo está ancorada pelos profetas no Antigo Testamento. Ela foi anunciada por Jesus Cristo, nosso único e suficiente salvador, e ela também foi explicitada, proclamada, anunciada pelos apóstolos. O Senhor prometeu que voltaria! Ainda quando maldizentes indaguem: “Onde está a promessa da sua vinda?” (v.4), o verso nove diz: “Não retarda o Senhor a sua promessa”. Céus e terra poderão passar, mas a palavra de Deus não há de se passar. Tudo que vem da boca de Deus não passará porque é justo, verdadeiro, santo, irrepreensível! Nós podemos colocar toda nossa dependência e confiança na verdade que está escrita na palavra de Deus. Ela é inerrante, é poderosa; a palavra de Deus traz promessas e mandamentos poderosos, e toda a nossa vida e todo nosso alicerce está na convicção da volta de Cristo, a ponto do apostolo Paulo declarar em 1° Co 15 que se o Senhor não houvesse ressuscitado, ou se Ele não voltar, nós seríamos o povo mais infeliz da face da terra; nossa esperança estaria fundada numa mentira. Todo cristianismo provém da premissa que Jesus Cristo se fez homem, nasceu, morreu em uma cruz e ao terceiro dia de sua morte, ressuscitou

Não temos como falar do cristianismo se não pensarmos em quatro grandes momentos: o nascimento de Cristo; a morte de Cristo; o ressuscitar de Cristo; e a segunda volta de Cristo. Ser um Cristão é acreditar nessas quatro grandes ações e fundamentos, onde três deles já aconteceram, e falta uma quarta, a volta do nosso Senhor Jesus Cristo. A Deus todo nosso louvor e toda a nossa adoração pelo século dos séculos, amém.

Resumo pregação dia 19/04/2020

Por Paulo Victor

Estamos no fim dos tempos?

(Gálatas 3. 10-14)

 

               Há algumas considerações que precisam ser feitas ao povo de Deus. Você está assustado? Está temeroso? Está abatido com o momento atual? Ainda que tudo isso possa fazer parte dos questionamentos ao povo de Deus, uma verdade sempre prevalecerá: Jesus Cristo é o príncipe da paz e o baluarte daquele que nele crer.

Por vezes existem questionamentos sobre o poder e controle de Deus. Será que o Senhor não tem mais o comando sobre o momento atual, um vírus que se espalhou por todo o mundo? A resposta para esse tipo de questionamento é que não há nada no universo que não esteja sob o controle de Deus ou que aconteça sem a permissão dele. A palavra do Senhor é clara, precisa e objetiva ao dizer como será o fim e a volta do Senhor Jesus Cristo. Não existem esforços humanos que possam impedir que vontade de Deus seja feita.

No vigésimo quarto capítulo do evangelho de Mateus 24, Cristo fala sobre o fim dos tempos: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. (...) Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores. (...) E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo. E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim”  (v.4-14). Uma vez questionado pelos discípulos, Jesus reponde conforme exposto no texto sagrado. São abordados três aspectos sobre a triunfante volta e novo começo.

O Senhor diz que chegará o tempo em que este templo ficará em ruinas, não sobrará pedra sobre pedra. Nesse contexto, Jesus estava profetizando o que aconteceria em 70 d.C., quando o templo foi de fato destruído, conforme registros históricos. A destruição do templo nada mais é do que outro sinal de que se aproxima a volta do Senhor Jesus Cristo.

Nesse momento Jesus também fez um paralelo com a figueira e seus ramos. Quando se renovam as folhas, os frutos brotam, e esse é um sinal de que se aproxima o verão. Nesse sentido, o Senhor quer nos dizer que cada fato que foi anunciado em sua palavra como sinal, ao se concretizar, revela que a segunda vinda de Cristo está ainda mais próxima, o  que significa também a vinda de um grande julgamento divino sobre a terra. Sendo assim, cada sinal é uma razão ímpar para que todo pecador se arrependa e reconheça a sua insignificância perante o reino glorioso, voltando-se ao Senhor Jesus Cristo.

 Diante disso, retomemos 3 (três) grandes fatores que sinalizam a volta de Cristo:

  1. Guerras - O Senhor diz que haverá guerras e rumores de guerras. É fato que a história recente rememora duas grandes guerras mundiais, além das muitas outras já ocorridas desde a fala de Jesus;

  2. Fome – Entre as demais revelações, Cristo afirma que no mundo haveria fome. Atualmente, milhões de pessoas passam fome no planeta, vivendo apenas com uma refeição por dia;

  3. Terremotos - O terceiro sinal, elencado no verso 7, diz que o mundo sofreria com terremotos. É fato que tais fenômenos já aconteceram por diversas vezes, tornando-se cada vez mais frequentes                                                                                                                                                                                                               Incontestáveis são os sinais do Senhor e da sua vinda. Em Lucas (21.11) também está anunciado que as epidemias assolariam a humanidade. Todos esses sinais apontam para uma única verdade: a volta do senhor Jesus Cristo. Os sinais de juízo servem primordialmente para que os povos se arrependam e se voltem a Deus. É certo que a palavra de Deus sempre se cumpre. Sigamos na certeza de que todos que resistirem em fé na palavra de Deus, crendo em Jesus Cristo e pregando o evangelho verdadeiro, que será propagado por todos os cantos da Terra, verão a glória de Deus, o todo poderoso, quando o dia do juízo final chegar.        

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