Pastoral

Jamanta-desfiladeiro-abaixo-sem-freio

Melhor é o homem paciente do que o guerreiro,

mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade. Pv 16.32

        Deus nos dotou de sentimentos e emoções, sem eles a vida não teria sabor. As sensações que temos num dia são infinitas. Quando acordamos talvez paire o sentimento de preguiça, medo ou ânimo pelo novo dia que se inicia. Sentir a água escorrer em nosso rosto, o gosto mentolado da pasta de dente, a infinitude de sabores e texturas dos alimentos é impressionante. Olhar pela janela e ver a imensidão do azul celeste ou receber uma notícia, a cada estímulo temos as mais diversas reações, voluntárias ou não.

        Lidar com as emoções não é uma tarefa fácil, muitos ficam reféns dos seus próprios desejos ansiando sentimentos cada vez mais fortes e, assim, extrapolam limites e fazem coisas erradas para aumentar ainda mais o estímulo.

        O apóstolo Paulo exorta: Não permitam que o pecado continue dominando os seus corpos mortais, fazendo que vocês obedeçam aos seus desejos (Rm 6.12). Veja que Deus nos ensina a não sermos prisioneiros dos nossos desejos, pois o coração do homem é desesperadamente enganoso.

        Uma das marcas do cristão é o domínio próprio, gerado por meio da Palavra e pela manifestação do Espírito Santo. Assim, precisamos pesar nossas emoções e desejos para avaliar se convém ou não extravasarmos. Paulo, fazendo menção da mentalidade grega da época, parafraseia Tudo me é permitido e contrapõe tal filosofia mas nem tudo convém. Tudo me e permitido, mas eu não deixarei que nada me domine (1 Co 6.12). Você pode tomar esta decisão? Eu não deixarei que nada me domine! a não ser o Senhor?

        Se você é impulsivo lute contra isto! Peça que o Senhor lhe dê domínio próprio, aprenda a se conhecer pois quanto mais você tiver ciência do seu comportamento e reações a determinados estímulos mais prudência terá.

        Moisés, no afã de separar uma briga, acabou matando um egípcio. Nessa fase ele ainda não tinha desenvolvido um relacionamento íntimo com Deus, mas ao longo de sua vida caminhando com o Eterno foi transformado a ponto de se tornar o homem mais manso da terra (Nm 12.3).

Deus tem a capacidade de nos tratar e transformar, de gerar em nós o domínio próprio tão necessário para não sermos guiados pelos sentimentos.

        Paradoxalmente, quando obedecemos a Deus em detrimento de nossa vontade temos liberdade, quando reprimimos desejos nocivos é que somos livres. Jesus nos chama à liberdade, o que significa fazer a vontade do Senhor.

        Sem domino próprio ficamos descontrolados como uma jamanta-desfiladeiro-abaixo-sem-freio. Frear nossos impulsos à luz da Palavra é ser livre para fazer a vontade do Senhor.

Pr. Hélder Rodrigues

Gratidão como expressão de adoração

Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?

Sl 116.12

            Adoração se revela no temor a Deus, é a manifestação sublime do amor, da gratidão ao Seu ser e Suas ações, que nos impulsionam a viver em santidade.

Quem adora é grato! A gratidão é decorrente da graça dada por Deus. Graça vem do grego charis que significa “graciosidade”, “amabilidade”, “deleite”, “bondade”, “favor”, “gratidão”, “agradecimento”, “expressões de favor”, “serviço prestado”, “benefício”, “dívida de gratidão”, “recompensa”.

            Graça é favor não merecido, e, por não merecermos, o que nos resta fazer senão agradecer?  Uma pessoa agradecida é alguém cheio da graça, que reconhece o dom gratuito de Deus em seu favor.

            Assim, a graça nos impulsiona à adoração; e esta é refletida na gratidão, cuja origem é a humildade. Quanto mais humildes formos mais facilmente seremos gratos pelos pequenos gestos e ações singelas, porque temos um coração permeado do favor de Deus, da Sua graça (charis).

            O salmista reconhece os feitos maravilhosos de Deus, por isso declara: “que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?” Sua alegria, que se manifesta em gratidão, não é só contemplativa: “Erguerei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor. Cumprirei para com o Senhor os meus votos, na presença de todo o seu povo.” (Sl 116.13-14).

            A adoração do salmista redunda em ações de graça, mediante o compromisso firme e solene de cumprir seus votos ao Senhor publicamente.

            Mas o oposto é verdadeiro: a raiz da ingratidão é a cobiça, pois o cobiçoso acha que merece sempre mais, são ingratos, murmuradores. Exigem sempre mais e, por não receberem aquilo que julgam merecer, culpam e ofendem: afinal de contas, não ficaram satisfeitos. Na ingratidão não há contentamento, não existe adoração, e sim condenação aos outros e incapacidade de discernir as circunstâncias.

            Um coração grato é fácil agradar, um coração orgulhoso, ou seja ingrato, quem alcançará?

            Adoração nos leva à gratidão e adoração, revelando um coração humilde e que alcança o favor de Deus, pois aos humildes e quebrantados o Senhor não rejeita!

 

Dêem graças em todas as circunstâncias,

pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.

1 Ts 5.18

 

Pr. Hélder Rodrigues 

Psiu,...

Corre pra lá

Corre pra cá

“O tempo não pára”! Ufa!

 “Perde” quando pára.

Por isso, agita enquanto trabalha

Trabalha enquanto agita

Inquieta-se enquanto pensa

Agita, agita e sempre se irrita.

 

O barulho não se aparta

A correria não atrasa.

A calmaria atrapalha?

 A pressa; que não espera!

 

Assim, a quietude não acompanha...

A agitação é enfadonha!

A meditação não encontra...

O trabalho é que encanta!

 

Correria vem, correria fica.

O que estimula ainda mais a pulsação da vida

No balançar do pêndulo

O minuto correndo...

 

Assim, a contemplação não acompanha...

O ter é que fascina!

Aumenta e aumenta a efervescência.

O silêncio silencia

Pois espera; silenciosamente...

 

O ser que deveria

Falar para dentro;

Acalmar o corpo;

Contemplar o encontro;

Aguardar o retorno;

Ficar no espírito.

 

Esperar e esperar...

Só um pouquinho mais

Pensar... meditar... contemplar... orar...

Um instantinho mais...

 

A grande descoberta encontra

A Verdade é esta

Do que se espera

O encontro do silêncio com sua criação

O Criador respondendo sua oração.

 

Psiu,

“Aquietai-vos e sabeis que eu sou Deus.” (Sl 46.1)

 

Pr. Hélder Rodrigues 

O tempo eterno

              A vida é feita de eternos instantes

            No pulsar do pêndulo

            O homem corre atrás do vento

            Sem vislumbrar a eternidade!

 

            Feitos à imagem do Criador

            O Eterno nos afeiçoou

            Em amor estabeleceu propósitos e limites

            Para sermos livres em seu tempo...

 

            Sem limites liberdade é escravidão

            Vida sem propósito é perdição

            A existência tem um único curso:

            Do Criador para a criatura!

 

            Do filho que aprendeu com o Pai

            Vida feita de instantes

            Momentos constantes para contemplar

            A estabilidade de compreender:

 

            Na família aprender honra e fidelidade

            Na igreja amor e adoração

            No trabalho compromisso e honestidade

            Com o próximo, comunhão e doação!

 

            Na constância da inconstância da existência

            Sem temer o vento bravio

            A frieza humana

            E o pecado desumano...

           

            Ainda que desconhecendo o conhecido do amanhã        

            Segundo as promessas do Auto Existente

            Prosseguimos para aquilo que fomos alcançados

            A comunhão eterna com o Senhor

 

            O presente, o futuro e a Eternidade, tudo aponta para   

            A glória divina

            Nos relacionarmos amorosamente

            E morarmos com Deus eternamente!

 

            Em Jesus a vida é eterna...

 

            Pr. Hélder Rodrigues de Souza

Reino do céu ou império terreno

          Que tipo de tesouro você busca? Ou buscamos um reino próprio ou o reino de Deus. Ou ansiamos a nossa glória ou a divina. Ou servimos a Deus ou aos nossos próprios interesses.

          Jesus nos ensina esta verdade: “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração” (Mt 6.19-21).

          O Senhor declara que os tesouros que acumulamos controlam o nosso coração, o âmago mais profundo do nosso ser, o cerne da nossa individualidade.

          Somos orientados por valores e movidos por propósitos, os quais são revelados na nossa busca. Queremos entesourar aquilo que julgamos valioso. Por isso o tesouro sempre estará ligado ao coração, são inseparáveis!

          Quantos dizem que amam a Deus acima de todas as coisas, mas na realidade trabalham com afinco para construir um reino próprio. Ou seja, nossa prioridade não está em Deus, mas em nós mesmos. Isso é idolatria!

          A diferença se torna ainda mais sutil quando usamos o nome de Deus porque pensamos “se foi o Todo-Poderoso que me deu logo, estou buscando o Seu Reino”, mas no fundo estamos envidando esforços para edificar o próprio reino, usando o nome de Deus para alcançar nossos objetivos.

          Certa vez um rico se aproximou de Jesus perguntando o que tinha que fazer para herdar a vida eterna. Recebeu como resposta a necessidade de cumprir todos os mandamentos. Na sua euforia pretensiosa ele afirma que tem guardado os mandamentos desde a mocidade. Então Jesus o desafia a vender tudo o que possui para obter um tesouro no céu e, assim, segui-lo (Mt 19.16-23). O entusiasmo logo dá lugar à tristeza: “E o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades.”

          Na verdade o jovem guardava “todos” os mandamentos desde a mocidade mas o seu reino de riquezas pessoal era mais valioso do que o Reino de Deus. Ele escolheu seu próprio desejo em detrimento da vontade do Senhor, o Deus de toda riqueza e glória.

          Não é por mesmo que Jesus nos exorta: “ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro.” (Mt 6.24)

 

          Onde você tem colocado o seu coração? Pare por um instante e reflita. Se é no reino de Deus então sua prioridade absoluta é o Senhor, todo o seu ser trabalha, pensa, anseia as verdades celestiais, seguindo à risca a ordem de buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça. (Mt 6.33). Ou estamos buscando o reino celestial ou construindo um império terreno.

 

Pr. Hélder Rodrigues

Prazer cristão

          Quem nunca ficou fascinado com o mundo das artes? Emocionado ao som da pomposa orquestra? Os amantes do futebol gritam goool a plenos pulmões. Turistas investem boa soma de dinheiro para contemplar uma paisagem do alto de um teleférico. O ser humano está sempre em busca de prazer! Mas muitos se perdem nesta jornada com drogas, bebidas, sexo ilícito, atraídos pelo pecado...

E o cristão, qual o seu maior prazer?

          O salmista declara: “Sacia-nos de manhã com a tua bondade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias (Sl 90.14); Irei ao altar de Deus, que é a minha grande alegria; ao som da harpa eu te louvarei, ó Deus, Deus meu (Sl 43.4); Na tua presença há plenitude de alegria, à tua direita, há delícias perpetuamente” (Sl 16.11). De forma poética e graciosa o salmista nos ensina acerca do motivo sublime do nosso prazer: Deus! Sim, a Bíblia instrui que somos a noiva que anela a volta do Noivo; somos o povo separado, aliançado para viver de todo o coração, força e entendimento o relacionamento apoteótico dos filho com o Pai!

          Logo, o prazer máximo da vida é Deus. Os filhos de Corá afirmam que não há companhia melhor do que a do Senhor: “Pois um dia em teus átrios vale mais que mil em qualquer outro lugar” (Sl 84.10a); e complementam: “estar recostado à porta da Casa do meu Deus é melhor que morar nas tendas mais ricas dos ímpios” (Sl 84.10b). Davi chega a comparar o aconchego materno com o seu relacionamento com o Senhor: “De fato, acalmei e tranquilizei a minha alma. Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como essa criança” (Sl 131.2).

          Agostinho preleciona: “Fizeste-nos para Ti, e inquieto está o nosso coração, enquanto não repousa em Ti”. Os puritanos, representantes de um dos movimentos mais lindos do cristianismo, tinham por objetivo conhecer a Deus tão bem a ponto de dizerem que “deliciar-se n’Ele é o nosso ofício”. O grande avivalista Jonathan Edwards revelou o cerne do cristianismo: “a felicidade da criatura consiste em regozijar-se em Deus, através de quem Deus também é magnificado e exaltado”. O Catecismo Maior de Westminster é categórico na resposta à sua primeira pergunta “qual é o fim supremo e principal do homem?” Glorificar a Deus e gozá-lo para sempre (Sl 73.24-26; Jo 17.22-24)”. Fazendo coro com esta verdade norteadora, em sua robusta obra Plena satisfação em Deus, John Piper preconiza: “Deus é mais glorificado em nós quando somos mais satisfeitos n’Ele”. Exaltamos a Deus quando estamos satisfeitos N’Ele! C. S. Lewis nos exorta quando afirma  que “nós nos contentamos com pouco”  no sentido da busca do prazer neste mundo, desatrelada da satisfação plena que o Senhor tem a nos oferecer.

          Portanto, regozijarmo-nos em Deus é mandamento! Nosso prazer não está apenas como consequência da obediência a Deus, mas decorre da obediência a Ele. O apóstolo Paulo na prisão, com sua sentença de morte decretada diz: “Alegrem-se nos Senhor, outra vez digo alegrem-se” (Fp 4.4). Toda satisfação do ser humano desatrelada de Deus, diz o pregador em Eclesiastes, “é vaidade”. Assim, o júbilo da companhia da esposa e dos filhos, uma vitória alcançada no trabalho, a realização de um sonho, tudo isso deve apontar para a realidade divina que “toda boa dádiva vem de Deus” (Tg 1.17) e, assim, o que recebemos sob a ótica humana é um ícone da grande satisfação que temos no Senhor.

 

Pr. Hélder Rodrigues

Deus que viaja conosco

           Com braço forte e mão poderosa Deus libertou seu povo da dura servidão de Faraó a ponto de o Senhor conceder aos judeus “uma disposição favorável da parte dos egípcios, de modo que lhe davam o que pediam; assim eles despojaram os egípcios” (Êx 12.36). Receberam roupas, objetos de ouro e prata. Dá para imaginar a alegria deste povo? Era o cumprimento da promessa dada a Abrão 400 anos antes de que eles seriam uma nação peregrina, um povo escravizado, mas que sairiam com muitos bens (Gn 15.13-14). Foi exatamente isso que aconteceu!

           Eles são libertos e seguem rumo à terra que mana leite e mel, entretanto “Deus não os guiou pela rota da terra dos filisteus, embora esse fosse o caminho mais curto” (Êx 12.17).

           Em regra, nós queremos o caminho mais fácil, o mais curto, o mais rápido, ainda mais na era da informática... Mas o Todo-Poderoso trilha um caminho perfeito, muitas vezes doloroso e lento. Nessa jornada conduzida pelo Eterno questionamos a bondade de Deus, colocamos em xeque a justiça divina, nossa visão míope, imediatista, não consegue enxergar além de alguns passos, entretanto, o propósito divino para as nossas vidas é a eternidade, a nova Canaã. 

           Se 600 mil homens marchassem diretamente para Canaã levariam aproximadamente 2 semanas, mas o texto enfatiza: “se eles se defrontassem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito. Assim, e Deus fez o povo dar a volta pelo deserto, seguindo o caminho que leva ao Mar Vermelho” (v.17). O tempo que eles gastaram no total foram 40 anos em vez de 15 dias!

           Deus está no controle de tudo. Apesar da longa jornada, o Senhor estava com eles todos os dias: “Durante o dia o Senhor ia adiante deles, numa coluna de nuvem, para guiá-los no caminho, e de noite, numa coluna de fogo para iluminá-los, e assim podiam caminhar de dia e de noite” (v.21).

           O caminho longo foi para prepará-los a fim de que fossem uma nação com Leis, estabelecer uma relação de confiança: o Senhor iria sustentar todo aquele povo no deserto. O Todo-Poderoso ele faz descer do céu o pão da vida, brotar água das rochas, as roupas e calçados, milagrosamente, não acabavam, de dia havia nuvem aliviando o calor causticante e de noite muralha de fogo protegendo do frio cortante do deserto...

           Deus estava expurgando toda idolatria do Egito que arraigara no coração do seu povo, estava lhes ensinando a depender Dele com alegria, ainda que não compreendessem seus caminhos.

           Na realidade, o tempo gasto, a princípio, não era para ser tão longo. Paulo revela “Deus não se agradou da maioria deles; por isso os seus corpos ficaram espalhados no deserto” (1 Co 10.5). 

           “Essas coisas ocorreram como exemplos para nós” (v.6), de modo que são explicitados 5 motivos pelos quais não entraram na terra prometida: cobiça (v.6), idolatria (v.7), imoralidade (v.8), colocar o Senhor à prova (v. 9), “queixas” (v.10), e o autor de Hebreus explicita mais uma razão: “incredulidade” (Hb 3 e 4). 

           Quantos de nós estamos dando voltas porque vivemos na prática destes pecados? Andamos em círculos e não aprendemos pela dureza de nosso coração, pela falta de temor. O apóstolo é claro em afirmar que “isso aconteceu como advertência para nós” (1 Co 10.11).

           Muitos estão deixando de usufruir de uma vida abundante não porque Deus não quer abençoar, mas porque estão dando voltas, vivendo no pecado e julgando equivocadamente que está tudo bem... 

           A despeito de tudo Deus estava conduzindo o povo com toda Sua bondade, fidelidade e nunca os abandonou. Deus viaja conosco nesta peregrinação rumo à nova Jerusalém.

 Pr. Hélder Rodrigues

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