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Devocional
As bênçãos não
excluem as lutas
Por Pr. Hélder Rodrigues
Você verdadeiramente vive as promessas de Deus?
A Escritura nos apresenta um Deus que promete e age. Ele nos concede paz que guarda o coração, alegria na Sua presença — “Na tua presença há plenitude de alegria” (Sl 16.11) —, força em meio às adversidades, presença contínua — “Não te deixarei, nem te desampararei” (Js 1.5) —, vitória nas batalhas — “O Senhor pelejará por vós”(Êx 14.14) — e provisão fiel — “O meu Deus suprirá cada uma das vossas necessidades” (Fp 4.19).
Mais do que bênçãos, Deus nos dá identidade: somos filhos do Deus Altíssimo, a maior promessa, pois nos assegura vida eterna. E, com a identidade, recebemos um propósito: amar a Deus e amar as pessoas. Assim, somos chamados a viver em novidade de vida, guiados pela Palavra e pelo poder do Senhor.
É necessário discernir que há promessas incondicionais, fruto exclusivo da graça, como a salvação e a certeza da presença de Deus. Ainda que sejamos infiéis, Ele permanece fiel. Há também promessas condicionais, vividas no caminho da fé e da santidade.
A história de Israel ilustra essa verdade. Moisés foi o grande libertador, mas aquela geração não entrou na terra prometida por causa da incredulidade. Diferente foi Josué e Calebe: creram, permaneceram firmes e entraram na herança. A promessa estava disponível, mas foi vivida por quem respondeu com fé.
Em Josué 23, encontramos um discurso após a vitória. Josué afirma que nenhuma promessa falhou (v.14), mas deixa claro que as promessas de Deus não eliminam o processo de lutar. O problema nunca foi a promessa, e sim o caminho até ela. Deus luta por nós (v.3), mas nos chama a guerrear com Ele. A promessa não nos poupa da luta; garante que ela não será em vão.
Essa caminhada exige fé expressa em obediência e ousadia. “Sê forte e corajoso” foi a ordem inicial, e agora Josué reafirma: “Um só de vós perseguirá mil, porque o Senhor é quem luta por vós” (v.10).
Por fim, Josué aponta para a batalha mais silenciosa: a fidelidade do coração. Guardar a Palavra, não se misturar e apegar-se ao Senhor (v.6–8) revelam que santidade é o caminho da exaltação.
Conclusão: Deus peleja por nós; Deus nos chama à fé e à obediência; Deus nos convoca à santidade.
Você tem vivido em novidade de vida — em fé, ousadia e santidade?
Que o Deus que luta por nós nos conduza no caminho da fidelidade.
Deus lhe abençoe.
















